
Enquanto Vicentinho Júnior registra 17,5% de rejeição, o maior índice do levantamento é de 30,2%, percentual quase duas vezes maior. Para analistas políticos, esse é um dos indicadores mais importantes de uma campanha, por medir a resistência do eleitorado a uma candidatura e seu potencial de crescimento ao longo da disputa.
Diferentemente da intenção de voto, que pode variar ao longo da campanha em razão de debates, alianças, programas eleitorais e fatos políticos, a rejeição costuma ser um indicador mais estável e, por isso, mais difícil de ser revertida. Quanto maior o percentual de eleitores que afirmam não votar em determinado candidato, menor tende a ser o espaço para conquistar novos apoios, especialmente na reta final da eleição.
Rejeição e potencial de crescimento
Nas eleições majoritárias, campanhas e analistas acompanham de perto os índices de rejeição porque eles ajudam a medir o potencial de expansão de cada candidatura. Candidatos com menor rejeição costumam encontrar menos resistência para dialogar com os eleitores indecisos e ampliar sua base de apoio ao longo da campanha, enquanto índices elevados representam um desafio adicional para conquistar novos votos.
No levantamento, Vicentinho Júnior aparece com 17,5% de rejeição. Os demais percentuais registrados foram 30,2%, 21,8%, 17,9% e 11,0%. Outros 9% dos entrevistados afirmaram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos apresentados, enquanto 15,4% não souberam ou preferiram não responder.
Metodologia
A pesquisa foi divulgada no último sábado (25) e realizada entre os dias 21 e 24 de julho pelo Instituto Paraná Pesquisas. O levantamento ouviu 1.300 eleitores em 60 municípios do Tocantins, possui margem de erro de 2,8 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número TO-06833/2026.

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