
A senadora Professora Dorinha Seabra (União) esteve nesta quarta-feira (27) no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em Brasília, para cobrar medidas emergenciais diante da interdição das pontes de Araguatins e Pedro Afonso, que impactam diretamente a mobilidade da população e o escoamento da produção no Tocantins. A audiência foi realizada com o diretor-geral do DNIT, Fabrício Galvão, e reuniu também o governador Wanderlei Barbosa, representantes da bancada federal e técnicos do órgão.
Durante a reunião, o DNIT confirmou que a ponte de Araguatins deverá ser demolida após conclusão dos relatórios técnicos. Já em relação à ponte de Pedro Afonso, a estrutura segue interditada preventivamente enquanto os estudos avaliam se haverá recuperação ou necessidade de demolição. Segundo o diretor de Infraestrutura Rodoviária do DNIT, Fábio Pessôa, a previsão é de cerca de 24 meses de obras, o que exige soluções imediatas para garantir a trafegabilidade nas regiões afetadas.
Dorinha defendeu rapidez na apresentação das rotas alternativas para evitar o isolamento das cidades atingidas. “A nossa expectativa é que as alternativas sejam apresentadas o quanto antes para a população. É uma situação que foge ao controle de todos nós, mas a região não pode ficar isolada. O que se espera agora é rapidez nas respostas e nas soluções”, afirmou a senadora.
O diretor-geral do DNIT, Fabrício Galvão, afirmou que o órgão já decretou situação de emergência e garantiu atuação conjunta com o Governo do Estado e a bancada federal para definir rotas alternativas, que deve acontecer no dia 8 de junho. “Vamos viabilizar soluções para garantir a logística, o escoamento da produção e a movimentação da população. O Tocantins não ficará sem resposta”, declarou.
O governador Wanderlei Barbosa destacou a atuação de Dorinha na articulação da audiência e na mobilização em defesa das regiões afetadas. “Estamos aqui por uma convocação da senadora Dorinha, buscando soluções para a população e para o setor produtivo. O mais importante agora é garantir uma rota alternativa e dar tranquilidade às pessoas dessas regiões”, disse.
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