
A Secretaria de Estado das Mulheres (Semu) participa, até o dia 29, da 3ª Feira Maranhense da Agricultura Familiar (Femaf), realizada na Lagoa da Jansen, em São Luís. O evento é realizado de forma integrada à 4ª Feira Nordestina da Agricultura Familiar (Fenafes), que compõe o Circuito Nordestino de Feiras da Agricultura Familiar, iniciativa do Consórcio Nordeste.
Presente durante todos os dias do evento, a Semu tem levado ao público informações sobre as políticas desenvolvidas pela secretaria voltadas às mulheres, com foco especial às agricultoras familiares que participam da feira. Assessoras da Semu estão disponíveis para dialogar com o público, tirar dúvidas e orientar sobre os serviços e programas oferecidos no Maranhão.
Para a secretária adjunta de Autonomia Econômica da Semu, Brígida Santos, a Femaf representa uma oportunidade concreta de fortalecer as políticas voltadas às mulheres do campo. “A Femaf é um espaço estratégico para fortalecer a autonomia econômica das mulheres rurais. Quando a gente dialoga diretamente com as agricultoras, compreende suas realidades e apresenta políticas públicas que ampliam renda, formação e oportunidades, nós avançamos na construção de um Maranhão mais justo”, destacou.
A programação inclui ainda a atuação da Carreta da Mulher Maranhense, que oferta gratuitamente mamografia, exame preventivo e atendimento com clínico geral durante os quatro dias do evento.
Além disso, a Semu promove palestras sobre violência doméstica, com distribuição de materiais informativos e participação da equipe da Ouvidoria da secretaria, responsável por esclarecer dúvidas sobre as ações de enfrentamento, autonomia, acolhimento e garantia de direitos das mulheres.
Segundo a Ouvidora Estadual da Mulher, Jozélia Palma, estar presente na feira aproxima o serviço de quem mais precisa. “A Ouvidoria tem um papel fundamental de escuta e acolhimento, e eventos como a Femaf aproximam ainda mais esse serviço das mulheres. Nessa espaço, conseguimos orientar sobre direitos, esclarecer dúvidas e reforçar que existem canais seguros para denunciar qualquer forma de violência. A informação é uma das principais ferramentas de proteção”, afirmou.
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