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No Dia Mundial da Luta contra a Malária, a SES-TO alerta para prevenção

Casos seguem controlados, mas reforça-se sobre risco de reintrodução por fluxos migratórios

25/04/2025 às 08h42
Por: Redação Fonte: Secom Tocantins
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Mosquito Anopheles, transmissor da malária, causada por parasitas do gênero Plasmodium - Foto: Divulgação
Mosquito Anopheles, transmissor da malária, causada por parasitas do gênero Plasmodium - Foto: Divulgação

O Dia Mundial da Luta contra a Malária é celebrado no dia 25 de abril. A data foi instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) com o objetivo de ampliar a conscientização sobre a doença e mobilizar esforços para sua eliminação. Em alusão à data, a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) reforça o alerta às Secretarias Municipais de Saúde (Semus) e toda a população quanto à necessidade de vigilância constante, especialmente frente ao aumento dos fluxos migratórios.

Embora o Tocantins registre o menor número de casos entre os estados da Amazônia Legal, a SES-TO destaca a importância do monitoramento contínuo. De 2020 a 2022, todos os casos registrados foram importados. Em 2023, o Estado notificou 31 casos, sendo 25 importados e seis autóctones(contraídos no próprio local onde foram diagnosticados). Isso representou um aumento de 19,2% em relação ao ano anterior. Já em 2024, foram registrados 23 casos, todos importados. Em 2025, até o momento, apenas um caso foi notificado.

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A reintrodução de casos no estado em 2023 foi atribuída à crise sanitária na região Yanomami, que intensificou o deslocamento de pessoas entre áreas endêmicas e o Tocantins. Diante desse cenário, a SES-TO orienta os municípios a manterem estruturas mínimas de vigilância da malária, como estoques de antimaláricos, testes rápidos, definição de fluxo para notificação à Secretaria em até 24 horas, ações de controle vetorial e educação em saúde.

A malária é uma doença infecciosa causada por parasitas do gêneroPlasmodium, transmitidos pela picada do mosquitoAnophelesinfectado. Seus sintomas incluem febre, dor de cabeça, sudorese e calafrios, que geralmente aparecem entre 10 e 15 dias após a exposição. O diagnóstico pode ser realizado por teste rápido ou gota espessa, com resultado disponível em até 24 horas. O tratamento, baseado na espécie do parasita e no peso do paciente, deve ser seguido até o fim, mesmo com o desaparecimento dos sintomas.

“Para prevenir a infecção, é fundamental evitar a exposição nos horários de maior atividade do mosquito, ao amanhecer e ao anoitecer. Também é importante utilizar roupas de manga longa, aplicar repelentes, instalar telas em janelas e dormir com mosquiteiros, especialmente em áreas de mata ou beira de rios”, pontuou a enfermeira da Área Técnica da Malária da SES-TO, Denize Khirlley.

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