Mães estão sem entender os critérios usados pelo município para fazer a seleção. Aulas da rede municipal começaram ainda na semana passada.

 

As aulas da rede municipal começaram há uma semana, mas as reclamações por causa das matrículas ainda não terminaram. É que algumas mães estão sem entender os critérios usados pelo município para fazer a seleção. Algumas mães relatam que o nome do filho desceu na lista de espera e outra diz que a criança desapareceu do sistema.

A servidora pública Romira Ayres está há dois anos tentando vaga pro filho em uma escola mais perto de onde mora. Ela diz que falta critério de acordo com que está previsto no Diário Oficial do Município.

“Meu filho se encontrava, na última classificação, em primeiro lugar. Caiu para segundo lugar na lista de espera. Como que acontece isso? Qual o indicador? Porque nós moramos perto da escola, tenho outro filho que está na escola, perto do trabalho, tem o indicador social. Então, qual é o problema?”, reclamou.

A Daianne Fernandes também quer entender o que está acontecendo com o Sistema Integrado de Matrículas (SIMPalmas). Ela conta que o nome da filha apareceu na lista de uma escola e na hora da matrícula disseram que o sistema tinha errado.

Só que percebeu outras falhas nesse período. “Três dias depois ela estava esperando uma vaga em sexta colocação na segunda opção, dois dias depois o nome dela sumiu da lista. Aí ela voltou para a lista, mas voltou na primeira opção nas três escolas. Agora, na última lista ela está no cadastro de reserva em sétimo lugar. Não dá para entender como o sistema funciona, quais as prioridades. Agente fica se sentindo insegura, sem informação”, relatou.

A mãe procurou o Ministério Público Estadual para relatar os problemas, mas enquanto não tem uma resposta está levando a filha para o trabalho, pois até agora a Marianne não tem onde estudar.

“Mas o pior não é isso, ela está sem escola, tá perdendo aula e ninguém me dá uma explicação se ela vai ter escola, se não vai, se vou ter que pegar um empréstimo para pagar uma escola particular”, disse Daianne Fernandes.

O solicitou posicionamento para a Secretaria Municipal de Educação, mas não houve resposta até a publicação desta reportagem.

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