Deputado, porém, disse que declarações de Eduardo e de Guedes sobre AI-5 e do presidente sobre queimadas na Amazônia afastam investidores e limitam alta do PIB

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta quinta-feira, em café da manhã com jornalistas, que a investigação contra o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ) por um suposto esquema de “rachadinha” dos salários dos assessores ainda está no início e que não terá efeitos sobre as votações do Congresso.

“Acho que o Parlamento não terá intenção de desgastar o governo nesse tema. O desgaste, por parte de quem quer desgastar o governo, ocorrerá em outros temas, como projetos de lei ou derrubada de vetos”, disse Maia.

Para o presidente da Câmara, Flávio é o mais tranquilo dos três filhos do presidente Jair Bolsonaro que são políticos e sempre teve bom diálogo com os demais parlamentares. “Está criminalizando uma pessoa sem dar antes o direito de defesa”, afirmou.

Maia disse que as declarações do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a possibilidade de recriação de um Ato Institucional 5 (AI-5), determinado durante a ditadura militar para endurecer a censura, afastaram investidores estrangeiros e, com isso, derrubaram o crescimento econômico do país.

 

 

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