Segunda-feira, agosto 15, 2022

Grupo em quarentena em Anápolis passa por segundo exame que detecta contaminação por coronavírus

Lacen coleta material para análise nesta segunda-feira, 7º dia de isolamento das pessoas que chegaram de Wuhan.

 

O grupo que está em quarentena há sete dias em Anápolis, a 55 km de Goiânia, fornece na manhã desta segunda-feira (17) novas amostras para exame que detecta o coronavírus. Uma equipe da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) chegou à Base Aérea, onde os repatriados estão em quarentena, por volta das 8h20. O resultado dos testes deve sair em três dias.

As equipes de saúde entram de quarto em quarto para colher as amostras. Os profissionais usam macacões que cobrem o corpo todo, luvas, máscaras e óculos de proteção.

Os 34 repatriados e 24 profissionais que os buscaram em Wuhan – epicentro do surto do vírus – têm ainda dez dias de isolamento previstos.

O primeiro exame foi feito com amostras colhidas no dia 9, quando eles pousaram na cidade goiana. O resultado saiu dois dias depois e apontou que nenhum deles apresentava indícios de contaminação.

No entanto, o período de incubação da doença é de 14 dias. Por isso as forças que integram a Operação Regresso decidiram, por cautela, mantê-los isolados por 18 dias.

Grupo de brasileiros repatriados da China está em quarentena em Anápolis — Foto: Reprodução/GloboNews

Grupo de brasileiros repatriados da China está em quarentena em Anápolis — Foto: Reprodução/GloboNews

Coleta

A SES informou que “técnicos do Lacen e a superintendente de vigilância em saúde estão capacitados e foram designados para realizarem essas coletas”. Segundo o órgão, são sete pessoas responsáveis por essa coleta, “formando três equipes de coleta com 2 profissionais cada e um profissional para o apoio”.

A secretaria disse que, para realizar o exame, são retiradas dos pacientes amostras de “secreção de naso e orofaringe”. Para isso, eles usam hastes com algodão na ponta.

Para que o material colhido chegue em segurança e sem alterações prejudiciais ao laboratório, eles “são acondicionados em tubos” e “mantidos em caixa de transporte contendo gelo reciclável para manter a temperatura entre 2 e 8°C”.

Chegando ao Lacen, as hastes “são processados para obtenção do material celular” e depois passam por análise para detectar o coronavírus.

Equipes fazem teste em repatriados para detectar coronavírus — Foto: Ho Yeh Li/Arquivo pessoal

Equipes fazem teste em repatriados para detectar coronavírus — Foto: Ho Yeh Li/Arquivo pessoal

Repatriados

Os grupo dos 34 repatriados da China é composto da seguinte forma:

  • 4 chineses casados com brasileiros;
  • 7 crianças com idades entre 2 e 12 anos;
  • 23 brasileiros adultos – casais e homens e mulheres solteiros (sendo três diplomatas).
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