Domingo, agosto 14, 2022

‘Falo por mim, não pelos outros’, diz Bolsonaro sobre operação contra seu filho Flávio Este trecho é parte de conteúdo que pode ser compartilhado utilizando o link https://valor.globo.com/politica/noticia/2019/12/19/falo-por-mim-no-pelos-outros-diz-bolsonaro-sobre-operao-contra-seu-filho-flvio.ghtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos do Valor estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização do Valor (falecom@valor.com.br). Essas regras têm como objetivo proteger o investimento que o Valor faz na qualidade de seu jornalismo.

O presidente insinuou também a participação do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), no caso e afirmou que não dá palpite em decisões de outros poderes.

O presidente Jair Bolsonaro comentou nesta quinta-feira a operação que teve como alvo o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), dizendo que “o Brasil é maior do que pequenos problemas” e que fala por si, não pelos outros. Questionado sobre se há “armação”, Bolsonaro insinuou a participação do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), no caso e afiirmou que não dá palpite em decisões de outros poderes.

O presidente falou com jornalistas por mais de dez minutos sob a chuva ao deixar o Palácio da Alvorada. Ele inicialmente disse que não responderia sobre “outros casos” que não a questão indígena, diante do amplo noticiário sobre a operação do Ministério Público do Rio deflagrada ontem contra seu filho.

Ao se aproximar dos jornalistas, Bolsonaro começou com um discurso. “Pessoal da imprensa, tenho o maior prazer em conversar com vocês. Quando descamba para um lado pessoal dos outros, eu não vou responder. Não dou palpite em decisões de outros poderes”, afirmou. “O Brasil é muito maior do que pequenos problemas. Os meus, eu falo sobre mim. Os dos outros, não tenho nada a ver com isso.”

Bolsonaro citou, então, diversos casos em que seu nome foi envolvido, como a acusação de racismo feita contra ele pela deputada Maria Rosário (PT-RS) e a citação a seu nome por um porteiro do condomínio onde morava, no Rio, e onde também moravam suspeitos de assassinar a vereadora Marielle Franco, em março de 2018.

Os repórteres questionaram,então, se ele acreditava que a operação do MP fluminense contra Flávio era uma armação. Ele respondeu citando o governador do Rio.

“Vocês sabem o caso do Witzel comigo. Foi amplamente divulgado aí, inteligência levantou”, disse. “Já foi gravada conversa entre dois marginais citando o meu nome para dizer que eu sou miliciano”, completou, sem deixar claro a que gravação ou grupo de inteligência se referia.

 

- Publicidade -- Publicidade -
ARTIGOS RELACIONADOS

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

- Publicidade -spot_img

POPULARES