Quinta-feira, agosto 11, 2022

Eleitores de Pugmil vão às urnas domingo com disputa estadualizada; cúpula do MDB apoia chapa adversária

Os três candidatos a prefeito da eleição suplementar de Pugmil se enfrentarão nas urnas neste domingo, 2. Disputam a vaga Nazaré Amâncio (Cidadania), Dircineu Bolina (PSDB) e Valmor Hagestedt (PSB).

Disputa estadualizada

A disputa é local, mas personalidades estaduais tentam mostrar força e levar seu candidato à vitória. Assim, de certa forma, Pugmil, como foi em Lajeado no início de dezembro, acaba sendo um aperitivo para as eleições ordinárias de outubro.

Apoio da cúpula política

Nazaré Amâncio tem o apoio do governador Mauro Carlesse (DEM), do senador Eduardo Gomes (MDB) e do presidente da Assembleia, Antônio Andrade (PTB).

O candidato de Ataídes

Dircineu Bolina, vereador de quatro mandatos, é apoiado pelo presidente do PSDB, ex-senador Ataídes Oliveira.

MDB sempre dividido

A curiosidade ficou — como sempre acontece — para a divisão do MDB. Apesar de Dircineu ter o vice emedebista, Ângelo Mario, no palanque dele no último comício, na noite dessa quinta-feira, 30, só havia um líder estadual do partido, o deputado Valdemar Júnior.

Líderes do MDB contra o candidato do MDB

Já no palanque do adversário Nazaré Amâncio, também no último comício, na noite dessa quinta, estavam o presidente regional do MDB, deputado estadual Nilton Franco, e outro representante emedebista na Assembleia, Jair Farias.

No palanque turbinado

No turbinado palanque de Nazaré Amâncio ainda estava o deputado estadual Leo Barbosa (SD).

Amastha em Pugmil

A personalidade estadual que também aposta em Pugmil é o ex-prefeito de Palmas e presidente regional do PSB, Carlos Amastha, que apoia Valmor Hagestedt. Amastha foi quem conseguiu emplacar o prefeito de Lajeado, Júnior Bandeira (PSB), também na eleição suplementar da cidade no início de dezembro.

Entenda

Eleitos para os cargos de prefeito e vice-prefeito de Pugmil nas eleições de 2016, Maria de Jesus (Cidadania) e Elton Barros (PTB) tiveram os mandatos cassados pela Justiça Eleitoral por captação e gastos ilícitos e abuso de poder econômico. Após uma série de recursos, o caso foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF) e o ministro Ricardo Lewandowski determinou o aguardo de posicionamento da Corte Superior Eleitoral (TSE) para a realização do pleito. Entretanto, o ministro cassou a própria liminar no dia 7 de dezembro após receber a informação de que o Plenário do TSE negou recurso dos cassados, não havendo mais impedimento para realização de novo pleito.

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